sábado, 11 de agosto de 2012
Uma história. Um sonho.
O sentimento era tão forte dentro da autora, que transcendia sua mente, e ia parar na escrita. Sua mão deslizava, como se soubesse tudo que se passava em seu coração. Sua voz se misturava à personagem, como se elas fossem uma só. Estava tão envolvida na história... como se fosse sua história. A história era fictícia, mas sonhava que ela era real, que tudo isso ela iria viver, um dia, com Ele. Os sentimentos eram os mais verdadeiros possíveis. O Eu-lírico passava de uma simples voz, e se tornava o próprio Eu. Como eu quero que seja real.
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